segunda-feira, 30 de junho de 2014

quarta-feira, 25 de junho de 2014

terça-feira, 24 de junho de 2014

Tierra de los sueños, la tierra de la ilusión



Tierra de los sueños, la tierra de la ilusión

Seguí mi camino de cuerpo y alma
por la realidad de los cuentos de hadas,
dimensiones paralelas que me llevaron al éxtasis.

Así sublime y feliz viaje
no podía ser pasado por alto.
He encontrado mi tesoro y la magia era mi élan.
Crear mi guía.

He estado en mundos alternos,
nadó en azul, los mares de aguas cristalinas.
He visto princesas, vi dragones, caballeros de la Edad Media,
duques y duquesas del siglo XVIII.

El mundo me mostró en una espiral de amor revelado
con coros de ángeles, arcángeles y querubines
que zumbaban al unísono
y jugó arpas sólo para mi deleite.

Lloré por todos los dioses
si eso era cierto.
Y me contestó en la advertencia:
Esté alerta.

Todo tiene un precio; nada es gratis.
Hoy estás en el paraíso liberó los espíritus
Mañana, ¿quién sabe?

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi) 

sábado, 21 de junho de 2014

quinta-feira, 19 de junho de 2014

quinta-feira, 5 de junho de 2014

O teu silêncio gritou

O teu silêncio gritou
Vozes estridentes me acordam à noite.
Num sobressalto eu levanto
e não consigo localizar
o que seria,
quem seria.
Procuro em vão,
nada encontro.
Algo que me indique quem gritou?
A consciência vem ao meu auxílio.
Diz ela: só podem ser as vozes
do teu silêncio
quando da grande explosão
de esperança, amor e arte da vida.
O teu silêncio gritou.
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)
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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Caderno Literário Pragmatha no. 57

Caderno Literário Pragmatha no. 57. Minha participação, Mauricio Duarte, com o poema Frágil alma está na página 22.

Frágil alma

De vidro e de porcelana é minha alma.
Embora sempre tenha existido
e sempre existirá,
ela, no hoje, é delicada.

Testemunha do que acontece
à sua volta,
ela não se arrepende
de ser feliz.

Ela se lamenta sim
de não ter vivido
o que podia, em profusão,
por nada ou por tudo.

Ela vê o que podia ser
e que não foi, por medo ou insegurança
e percebe que o maior tesouro
está sempre conosco.

Um tesouro não de ouro, prata ou diamantes
mas de uma beleza de flor que não se colhe
para que não morra.
Apenas aprecia-se. 

Frágil alma...

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

http://www.pragmatha.com.br/img/revistas/Caderno%20Literario%20Pragmatha%2057%20Maio%202014.pdf

O risco dos riscos 3


 
O risco dos riscos 3
carvão, grafite e nanquim s/ papel
21 x 29,7 cm
2014
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

domingo, 1 de junho de 2014