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sábado, 30 de julho de 2022

MARIA QUER SER SEREIA . Michelle Bittencourt . livro infantojuvenil




MARIA QUER SER SEREIA

Michelle Bittencourt


"Você sabe o que é um Encantado? Maria amava tanto o mar que desejou ser um Encantado. E ainda que ela não tenha as características típicas de um desses seres, ela sabe que pode ser o que seu coração desejar."


Michelle Bittencourt - autora


24 páginas


23 x 23 cm


Capa colorida


Miolo colorido


Ilustrações: Elaine Furlani


Niterói


2021


Editora Brinque Ler




Preço (exemplar impresso): R$ 30,00 + FRETE dos correios




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sexta-feira, 24 de abril de 2020

JÁ QUE SOU, O JEITO É SER






JÁ QUE SOU, O JEITO É SER

Sou o extremo dos sentidos, sou a sensibilidade aflorada na pétala da flor, sou a paciência em pluma que supera a dor.
Sou a impulsividade constrangida. o medo do medo, o improviso do improvável, o vento e o tempo inenarrável.
Sou o que todos podem ver, sou o que quero ser, e já que sou,
O jeito é ser!
Inspirado em:— Clarice Lispector, no livro “A hora da estrela”. Rio de Janeiro: Rocco, 1998

Sy Moises

Visite a página da escritora, poetisa, palestrante e acadêmica Bartira Mendes . RESPIRANDO POESIA . https://www.facebook.com/bartiramendesrespirandopoesia/

imagem: Desenho, rough de Mauricio Duarte

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Unificação e integridade do ser humano

Unificação e integridade do ser humano




                Por que a fragmentação é moeda corrente da nossa atualidade? Por que razão tendemos a seccionar – não só nosso conhecimento, o que pode ser útil até certo ponto – toda nossa vida em partes ou em partes de partes? Por que nossa agenda cheia não para de nos dar ordens e parece que temos a sensação de precisar agendar até a hora de ir no banheiro?
                O sentido desse problema é que não damos a devida atenção a exercícios espirituais – como a meditação e a oração – que nos possibilitariam a criação de uma consciência original. Como disse, essa consciência é original, sempre esteve conosco e, portanto, trata-se antes de reconhecimento do que de conhecimento.  Reconhecer-se é tarefa árdua e complexa.  Mas Deus nos deu uma ferramenta muito útil que, no entanto, pouco usamos: o outro.  Se nos reconhecêssemos no outro, saberíamos que a mesma fonte de luz que nos banha, banha o outro também.  E não é só isso, nossos semelhantes são nossos espelhos também, muitas vezes.  Quando estamos conectados com a graça divina, o Divino Espírito Santo, um sem número de vezes dizemos coisas que servem para aquela determinada pessoa, naquela determinada situação e naquele tempo determinado cuja sincronia é perfeita e também ouvimos das pessoas que encontramos coisas perfeitamente ajustadas à nossa pessoa, à nossa situação e ao nosso momento no tempo. 
Por vezes, tal sincronia ocorre mesmo quando não estamos em sintonia com o divino. A inteireza tão ansiada por quem já conhece o caminho espiritual pode ser ansiada – e efetivamente o é – por quem não conhece ou não pratica o caminho.  Qual a diferença?  A diferença é que quem está no caminho espiritual verdadeiro não só anseia, não apenas clama por essa inteireza unitiva eterna, porém o faz através de palavras, através de gestos e através de atitudes de paz.  A paz é a pedra de toque do homem de boa vontade.  Nada é feito pelo homem dessa natureza sem ter-se a paz como referência e, é claro, muito menos, fazer algo pela plenitude na vida sem estar utilizando aquela determinada palavra, ação ou atitude de paz, sem ter-se a paz como estímulo e dinâmica desde o começo, passando pelo meio, até o fim.
Em suma, uma existência de unidade pressupõe intuição mística, pressupõe ascese espiritual e pressupõe esforço em práticas sagradas.  Contudo, pressupõe, sobretudo, reconciliação, diálogo e perdão; em última análise, paz, compromisso com a paz.
Que saibamos fomentar a cultura da paz, conforme nos diz a própria igreja católica apostólica romana, que saibamos fomentar a cultura do bom relacionamento entre pessoas, nações, povos e religiões é de fundamental importância para alcançarmos a plenitude, a unificação e a integridade do ser humano em todos os aspectos, instâncias e níveis.  Paz e luz.

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)


Leia mais: http://www.divulgaescritor.com/products/unificacao-e-integridade-do-ser-humano-por-mauricio-duarte/

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Multiplicidade do Ser maior

Academia Virtual de Letras
Patrono: Paulo Coelho
Acadêmico: Mauricio Duarte
Cadeira: 18




Multiplicidade do Ser maior

Por mil sóis brilhando;
Nebulosas desse
Espaço sideral
Que nascem e morrem
Como nesse piscar
D´olhos do infinito...

Pulsares cheios de
Energia aos milhares;
Matéria escura
Permeando, universo
De grã-proporções
Em tudo e todos...

Quasares: fronteiras
Das galáxias que
Planam; profusão
De nuvens e mares,
Nossa Terra amada
No sistema solar...

Multitudinárias
Formas do Ser maior;
Grande variedade
Que nos faz, sim, pensar
Quão enorme é sua
Multiplicidade...

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)