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quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

ERICK E ROUSE . UM CASO VIRTUAL . J. C. Gomes

 


ERICK E ROUSE

UM CASO VIRTUAL

J. C. Gomes


Você já conheceu alguém pelo whatsapp e se conectou rapidamente? Nesse livro você vai embarcar na história de uma mulher chamada Rouse que se interessou por um produto que Erick vendia pela internet e após algumas trocas de mensagens e áudios, os destinos dos dois se entrelaçaram e nasceu um lindo e tumultuado romance. Essa história de amor teve um desfecho inesperado. Será que existem amores que não são para serem vividos? Erick e Rouse é sobretudo uma lição sobre paixões, amores e escolhas.


232 páginas

23 x 15,5 cm

Capa colorida

Miolo PB

Itaboraí

2022

Editora Borboletando

ISBN: 978-658472807-3


Preço (exemplar impresso): R$ 45,00 + FRETE dos correios


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Titular: Mauricio Antonio Veloso Duarte

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sábado, 3 de dezembro de 2022

Trecho do livro CARAMURU de autoria de Frei José de Santa Rita Durão

Academia Virtual de Letras António Aleixo

Patrono: Frei José de Santa Rita Durão

Acadêmico: Mauricio Duarte

Cadeira: 39

Acadêmico Vitalício

Patrono Perpétuo





"XIII"


"Com fúria igual, e impulso destemido

Invade contra o Batavo a caterva,

E bem que a legião em corpo unido,

Em roda ao Luso disparando ferva:

Resiste o Português nunca rendido,

Enquanto a vida com vigor conserva,

Até que sobre os Belgas derribados,

Caíram mortos sim, porém vingados."


Trecho do livro CARAMURU de autoria de Frei José de Santa Rita Durão. 

quarta-feira, 2 de novembro de 2022

Dimensões


Academia Virtual de Letras António Aleixo

Patrono: Frei José de Santa Rita Durão
Acadêmico: Mauricio Duarte
Cadeira: 39
Acadêmico Vitalício
Patrono Perpétuo
Dimensões
Multitudinária é a falange dos seres angélicos,
a voar e planar pela orbe celeste em júbilo e graça...
Bem como inumerável é a quantidade destes seres,
criados pelo Absoluto, o Inominável, nosso Senhor...
Também assim são as dimensões, estes planos de existência,
possibilitando infinitas formas de realidade...
Deus não acredita em repetição e, sim, em renovação,
essa renovação é sempre do novo, corpo e alma, novos...
A ressurreição é um fato, uma verdade, tão irrefutável,
quanto a alma é de Deus e o corpo é um Templo do Espírito Santo...
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

Egoísmo ético



Academia Virtual de Letras Antônio Aleixo

Patrono: Frei José de Santa Rita Durão
Acadêmico: Mauricio Duarte
Cadeira: 39
Acadêmico Vitalício
Patrono Perpétuo
Egoísmo ético
Se sou e digo que sou;
é meu direito, sim,
passar por cima, pois,
de todos e de tudo
que não é, que não quer ser...
Se sou e digo que sou;
o ideal é meu e ninguém
vai me tirar, não, quaisquer
que sejam dimensões
do meu querer e viver...
Se sou e digo que sou;
meu é este individualismo,
que a objetividade
me dá razão prá ser
este eu mesmo singular...
Se sou e digo que sou;
enfim, meu horizonte
quem traça sou eu, só,
e ninguém mais, por mim,
prá, sim, fazer a hora...
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

todo amor



Academia Virtual de Letras António Aleixo

Patrono: Frei José de Santa Rita Durão
Acadêmico: Mauricio Duarte
Cadeira: 39
Acadêmico Vitalicio
Patrono Perpétuo
todo amor
todo amor que eu tenho e terei, é seu
amor de fruta, nosso amor selvagem,
amora, amorinha, estou com você;
matar a saudade de você ao encontrar
e ser nós dois, em tudo, sempre juntos...
todo amor que eu tenho e terei, é seu
amor de paixão, forte, que nos vem
como num átimo, assim, de élan vital,
como dois são um e um são dois, nós estamos;
eu sou você em mim e você sou eu em ti...
todo amor que eu tenho e terei, é seu
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)
Poema dedicado à minha namorada, Livia Lugão Oliveira

quinta-feira, 19 de maio de 2022

Promessas

Academia Virtual de Letras António Aleixo

Patrono: Frei José de Santa Rita Durão

Acadêmico: Mauricio Duarte

Cadeira: 39

Acadêmico Vitalício

Patrono Perpétuo




Promessas
Eu prometo... não parecer leve quando pesado.
Eu prometo... não parecer pesado quando leve.
Dias vão e vem, mas a coragem para continuar, fica.
Eu prometo... não parecer alvo quando for flecha.
Eu prometo... não parecer flecha quando for alvo.
Dias vão e vem, mas a força para ser, pode continuar.
Eu prometo... não parecer velho quando for jovem.
Eu prometo... não parecer jovem quando for velho.
Dias vão e vem, mas essas promessas são sempre as mesmas.
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

quinta-feira, 5 de maio de 2022

O sentimento do mundo

 Academia Virtual de Letras António Aleixo

Patrono: Frei José de Santa Rita Durão

Acadêmico: Mauricio Duarte

Cadeira: 39

Acadêmico Vitalício





O sentimento do mundo


Límpida, a água sobe para o céu,

enquanto esta minha mente vaga,

intangível, como um carrossel...


Infância dessas ternuras muitas,

um passado longíquo, lembranças;

minha alma vendo e antevendo as ruínas...


Mar sem porto, vida sem alegria,

Papel sem esboço, o tal esquecer.

Estilhaços, numa assim, letargia...


Quase não encontro razões, enfim,

prá olhar o sentimento do mundo,

que insiste em fazer lugar em mim...


Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

quinta-feira, 28 de abril de 2022

O simples

 Academia Virtual de Letras António Aleixo

Patrono: Frei José de Santa Rita Durão

Acadêmico: Mauricio Duarte

Cadeira: 39

Acadêmico Vitalício





O simples


O simples não é existencial.

O simples pode ser...


O simples não é absoluto.

O simples pode ser...


O simples não é concreto.

O simples pode ser...


Não é, não, verificável.

Mas ele pode ser...


O simples é a vontade.

A vontade de Deus...


Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)


quinta-feira, 24 de março de 2022

O beijo de Vênus: cosmologia sagrada

 


Academia Virtual de Letras António Aleixo

Patrono: Frei José de Santa Rita Durão

Acadêmico: Mauricio Duarte

Cadeira: 39

Acadêmico Vitalício


O beijo de Vênus: cosmologia sagrada


O beijo de Vênus,

os dois pentagramas,

a dança quíntupla,

o balé em diagrama...


Ponto, linha e plano.

Círculo, triângulo,

quadrado; são tais

as básicas formas...


Esfera, tetaedro

e cubo no 3D;

a orgânica formal

coaduna no cosmos,

manifestando assim,

sagrada geometria,

sagrada harmonia...


Seção áurea é poética;

valor simétrico

de grande beleza,

globo, cosmologia,

formas platônicas

se inter-relacionam,

produzindo luz...


Ponto, linha e plano.

Círculo, triângulo,

quadrado; são tais

as básicas formas...


O beijo de Vênus,

os dois pentagramas,

a dança quíntupla,

o balé em diagrama...


Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

Trecho do livro CARAMURU de autoria de Frei José de Santa Rita Durão




Academia Virtual de Letras António Aleixo
Patrono: Frei José de Santa Rita Durão
Acadêmico: Mauricio Duarte
Cadeira: 39
Acadêmico Vitalício
“LXXX”
“Outra Lei depois desta é fama antiga,
Que observada já foi das nossas Gentes;
Mas ignoramos hoje a que ela obriga,
Porque os nossos Maiores pouco crentes,
Achando-a de seus vícios inimiga,
Recusaram guardá-la, mal contentes:
Mas na memória o tempo não acaba,
Que a pregara Sumé Santo Emboaba.”
“LXXXI”
“Homem foi de semblante reverendo,
Branco de cor, e como tu, barbado,
Que desde donde o Sol nos vem nascendo,
De um Filho de Tupá vinha mandado:
A pé sem se afundar (caso estupendo!)
Por esse vasto mar tinha chegado;
E na santa doutrina, que ensinava,
Ao caminho dos Céus todos chamava.”
“LXXXII”
“Com grande mágoa ignora-se o que disse;
Mas não se ignora, que da santa boca
Um conselho utilíssimo se ouvisse
De plantar, e moer a mandioca:
Que havia de tornar, também predisse,
Desde o Céu, a que amigo nos convoca,
E na Terra, ou no Céu, que ele estivera,
Eu o iria encontrar, se ele não viera.”
Trecho do livro CARAMURU de autoria de Frei José de Santa Rita Durão.

A esperança nesta paz que ansiamos



Academia Virtual de Letras António Aleixo
Patrono: Frei José de Santa Rita Durão
Acadêmico: Mauricio Duarte
Cadeira: 39
Acadêmico Vitalício
A esperança nesta paz que ansiamos
Se ajuntássemos cada grão de areia
de todas as partes do planeta,
talvez fossem em número maior
do que o quantitativo de estrelas...
Porém nem um grão é por acaso.
Assim também é esta paz que ansiamos,
Ela é maior do que todos nós juntos.
Porque transcende todas vontades...
Cultuemos esta paz que ultrapassa
todas as fronteiras artificiais,
Uma paz maior do que todas,
uma paz oriunda de cada um...
Uma paz que faça vibrar tudo,
demonstre, sim, o melhor de mim,
de você, de todos nós, unidos.
A fé que possa criar esperança...
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

Trecho do livro "CARAMURU" de autoria do Frei José de Santa Rita Durão

 


Academia Virtual de Letras António Aleixo
Patrono: Frei José de Santa Rita Durão
Acadêmico: Mauricio Duarte
Cadeira: 39
Acadêmico Vitalício
"LXI
Terra porém depois chamou a Gente
Do Brasil, não da Cruz; porque atraída
Doutro lenho nas tintas excelente,
Se lembra menos do que o foi da vida:
Assim ama o mortal o bem presente;
Assim o nome esquece, que o convida
Aos interesses da futura glória,
Aos bens atento só da transitória.
LXII
Observa o bom Cabral todo o prospeto
Da imensa costa, e pelo clima puro:
Pelo abordo tranqüilo, e mar quieto,
Chama o seio, em que entrou Porto Seguro:
E olhando com saudade o doce objeto
Do seu destino, se lamenta escuro,
Que pela empresa a que mandado fora,
Não permite na Armada outra demora.
LXIII
Manda depois ao Luso Dominante
Um aviso do clima descoberto;
Nem tarda Manoel então Reinante
A enviar um Cosmógrafo, que experto
Da escola fora, que o famoso Infante
Para a Náutica ciência tinha aberto,
E Américo dispõe, que ao Brasil parta,
De quem deu nome ao Continente a Carta.
LXIV
E por ter quem aos nossos interprete
Do ignorado idioma a escura sorte,
Alguns em terra condenados mete,
Devidos por delito à crua morte:
A vida como prêmio lhe promete,
Quando com peito se atrevessem forte
A esperar no Sertão nova viagem,
Aprendendo os rodeios da linguagem"
Trecho do livro "CARAMURU" de autoria do Frei José de Santa Rita Durão.

Cartas sem endereço e sem destinatário

 Academia Virtual de Letras António Aleixo

Patrono: Frei José de Santa Rita Durão
Acadêmico: Mauricio Duarte
Cadeira: 39
Acadêmico Vitalício




Cartas sem endereço e sem destinatário
Enviei cartas para todos,
com dizeres muitos, muitos...
Tantos que não sei narrá-los.
Cartas aos náufragos, vivos
cartas aos tolos, aos sábios...
Cartas aos mortos, a todos.
Cartas minhas aos que são
e aos que não são, sim, também...
Não chegaram, não, no entanto.
Esqueci desse endereço
e desse destinatário...
O coração e a liberdade.
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Epifania do cósmico


 



Academia Virtual de Letras António Aleixo

Patrono: Frei José de Santa Rita Durão

Acadêmico: Mauricio Duarte

Cadeira: 39

Acadêmico Vitalício


Epifania do cósmico


Um quasar e meio até aqui,

há anos-luz desse lugar,

nessa matéria escura,

estava o chapéu coco

dos palhaços circenses...


A nebulosa plena,

sua poeira, plasma e nuvem,

atingia a supernova,

em um arco voltaico

do mendigo na rua...


Logo após o big bang,

aquilo tudo rodou,

transformando-se em gás,

ao sabor das fronteiras,

numa verve de artista...


O universo se dobrou

em si mesmo, curvando

o seu tecido formal

ao tal soslaio de vista

dos transeuntes urbanos...


As estrelas, espirais,

se moviam em galáxias;

no sonho, este meu sonho

de guri suburbano,

esperando a epifania...


Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)


sábado, 14 de agosto de 2021

Blues da solidão

 

Academia Virtual de Letras António Aleixo

Patrono: Frei José de Santa Rita Durão

Acadêmico: Mauricio Duarte

Cadeira: 39

Acadêmico Vitalício





Blues da solidão


Por remota que fosse a possibilidade,

a minha alma nunca desistiria daquilo.

Ver, ouvir, ser, estar, não, nada disso basta.

A esperança não se alimenta disso não.

A esperança só existe através do lamento.

O blues que vem e vai, nos torna plenos, sim.

Mostra-nos o quanto a dor tem que passar, ir-se.

Para pôr no seu lugar, um quê de saudade...


Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

quinta-feira, 22 de julho de 2021

O vento mudou ou fomos nós?

 Academia Virtual de Letras António Aleixo

Patrono: Frei José de Santa Rita Durão

Acadêmico: Mauricio Duarte

Cadeira: 39

Acadêmico Vitalício



O vento mudou ou fomos nós?


Estranho como o vento mudou...

Estão todos imaginando.

O barco não vai ao horizonte.

O barulho do mar não se ouve.


Estrelas à noite não há.

Tudo plástico e dura pouco.

Este vento é que não é igual ao antes

Está selvagem (sempre foi?)


Caleidoscópio do hoje atual.

Nada se coaduna com nada.

Nós somos a pedra e a flor ainda.

Mas o vento não; o vento mudou...


Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)