sexta-feira, 18 de agosto de 2017

sábado, 12 de agosto de 2017

Pai Eterno, eterno pai



Pai Eterno, eterno pai


Mesmo que o mundo diga que não,
mesmo que os tempos sejam moucos,
sei que meu pai sempre será o pai;
Pai, que eterno, não deixa de sê-lo
se ninguém acredita mais nele...

O trabalho e o valor do trabalho,
mesmo quando nos tiram este mesmo
trabalho...
Seis dias para criar o mundo,
descanso no sétimo dia...

Descanso?  Qual?
Só há o amanhã se há a labuta hoje.
De tudo o que meu pai me ensinou,
o valor do trabalho é o que fica
para mim... Sempre...

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

Feliz Dia dos Pais, meu pai, João Duarte Pinheiro!!!



Leia mais: http://www.divulgaescritor.com/products/pai-eterno-eterno-pai-por-mauricio-duarte/

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Crescer na vida




Crescer na vida

Crescer é viver em abundância... Só a plenitude pode reservar algo além do que conhecemos e do que esperamos da vida.

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

sábado, 5 de agosto de 2017

Arte-enlevo


Arte-enlevo

A arte pela arte como no axioma do romantismo ou o valor da harmonia do classicismo são válidos e podem ainda suscitar muito debate, discussão e, sobretudo, expressão artística muito relevante. Proponho, no entanto, uma arte-enlevo, uma arte em que fosse transpassado o atributo de ser simplesmente arte da prática artística.
A arte-enlevo transpassaria a condição de arte, da peça de arte porque estaria em dinamicidade com a estética fenomenológica e representaria expressões artísticas onde se previsse o êxtase, o maravilhoso, o enlevo. Logicamente, a reflexão, a crítica e o humor não deveriam ser relegados ao segundo plano. Mas a arte-enlevo daria prioridade ao alçar pleno do ser humano em níveis espirituais, mentais, psíquicos e do imaginário coletivo.
A paixão pelo sagrado e pelo profano podem ser exploradas igualmente, adequadamente e proveitosamente pela arte, mas a arte-enlevo se propõe ao elevar de mentes, consciências e espíritos tanto de quem a realiza quanto de quem a observa, na pura crítica reflexiva, no puro deleite de sensações e em âmbitos de maior apreciação estética plena.
Mauricio Antonio Veloso Duarte (Sw. Divyam Anuragi)

Meu 13o. Louvor na AVL




Meu 13o. Louvor na AVL. Estou muito contente. Muito obrigado Presidente Maria Ivoneide Juvino de Melo Juvino de Melo e Vice-Presidentes Sy MoisesLuiza Senis. É uma honra e um prazer fazer parte da AVL. Um grande abraço a todos e todas confrades e confreiras. Um por todos e todos pela poesia.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

sábado, 22 de julho de 2017

Meu Patrono visto por mim - Paulo Coelho - Manual do Guerreiro da Luz

Academia Virtual de Letras
Patrono: Paulo Coelho
Acadêmico: Mauricio Duarte
Cadeira: 18

Meu Patrono visto por mim




Aqui passo a analisar o livro Manual do Guerreiro da Luz de Paulo Coelho.  O livro aborda temas universais que permeiam a vida de todas as pessoas – conquistas, derrotas, escolhas, destino, paixão, esperança, amizade, entre outros.  A publicação é uma compilação de pequenas histórias ou considerações já publicados antes em “Maktub”, coluna que fez parte do jornal Folha de São Paulo, e de outros jornais, entre os anos de 1993 e 1996.
Um livro de “lições de vida” não é original nem tão pouco fora do comum...  Muitos escritores dedicaram seu tempo numa brochura deste tipo.  O que há de diferente nesse Manual do Guerreiro da Luz é que Paulo Coelho se debruça sobre algo constante em sua trajetória literária – e não só espiritual ou religiosa – desde, ao menos, o prólogo de As Valkirias (livro autobiográfico).  Refiro-me a citação do seu mestre J. quando diz: “ Porque a gente sempre destrói aquilo que ama.” Uma afirmação que encerra uma contradição tremenda, mas verdadeira.  Os sonhos vão à ruína quando se tornam possíveis...  Achamos que não merecemos aquela conquista, aquela vitória, e acabamos a destruindo.
Longe de ser um adágio de magia ou de religião, a assertiva contém um pensamento filosófico existencialista ou de espiritualidade profunda e, de acordo com Paulo Coelho, provém do seguinte poema; dado a ele por J., escrito num guardanapo de papel:
“A gente sempre destrói aquilo que mais ama
em campo aberto, ou numa emboscada;
alguns com a delicadeza do carinho
outros com a dureza da palavra;
os covardes destroem com um beijo,
os valentes, destroem com a espada.”
Seja como for, Paulo Coelho mantém o foco durante todo o livro em contradições que aparentemente são isto mesmo, contraditórias; mas que para o interessado nas coisas do espírito, tem todo sentido.  Como diz um dos seus excertos: “O diabo mora nos detalhes”, de acordo com um antigo provérbio da Tradição.
E mesmo sendo árduo e longo, o trabalho com o interior sempre vale a pena.  “Um Guerreiro da Luz sabe que tem muito para se sentir agradecido.” Essa gratidão “não se limita ao mundo espiritual, ele nunca esquece seus amigos”.  “Ele não precisa ser lembrado da ajuda dada a ele por outros, ele é o primeiro a lembrar e ficar certo de que compartilha com eles todos os benefícios que recebe.”
Dessa forma, percebemos que este Manual do Guerreiro da Luz não é um livro de autoajuda como muitos já escritos.  Talvez seja um livro de “autotranscendência”, porque nele podemos encontrar tanto histórias que nos levam a uma reflexão quanto pensamentos que nos tornam alertas para uma realidade maior, diferente das superficialidades com que a mídia, ou a própria sociedade, nos acostumaram ao longo da vida.  Um livro para não ter medo da vitória, para não ter medo de ser feliz... Literalmente...


Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

Minha posse como acadêmico da AGLAC

Amigos e amigas, convido a todos para a minha posse como acadêmico da AGLAC (Academia Gonçalense de Letras, Artes e Ciências). Dia 27 de julho de 2017, quinta-feira, no ICBEU em São Gonçalo . Bem vindo(a)s.


domingo, 25 de junho de 2017

Homenagem ao Centenário da Academia Fluminense de Letras pela AGLAC

Solenidade de Homenagem ao Centenário da Academia Fluminense de Letras pela AGLAC (Academia Gonçalense de Letras, Artes e Ciências) na Câmara de Vereadores de São Gonçalo - RJ.



terça-feira, 20 de junho de 2017

Mãos aos Versos, Antologia II da AVL





Olá amigos e amigas.

Boa tarde.

Recebi hoje os exemplares do livro Mãos aos Versos, Antologia II da AVL (Academia
Virtual de Letras Antonio Aleixo) da qual eu, Mauricio Duarte, participo.
Um prazer e uma honra estar convivendo com tão grandes poetas e poetisas na AVL.
A Antologia II está muito bonita, muito bem diagramada e com design gráfico perfeito, além
de ter contado com o trabalho impecável de revisão da nossa vice-presidente Simone Moisés.
Agradeço muito a AVL, à Sy Moises, à nossa presidente Maria Ivoneide Juvino de Melo e à editora
USCA, na figura do incansável Dy Simão.

A edição possui formato 14 x 21 cm, capa colorida, miolo PB, 140 páginas
e cada poeta da AVL conta com 3 poemas, além da biografia.

O exemplar está saindo a R$ 25,00 + FRETE.

Peça agora e eu envio o seu livro com um autógrafo especialmente para você.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

"ARTE-ENLEVO"

Como Goya criou o gênero "arte de contestação" com suas séries Caprichos e Desastres da Guerra, eu pretendo trazer à vida o gênero "ARTE-ENLEVO". Não tenho o talento de Goya, mas veremos o que o futuro nos reserva. Sejam bem-vindo(a)s.





terça-feira, 13 de junho de 2017

12o. Louvor na AVL



Recebi meu 12o. Louvor na AVL (Academia Virtual de Letras António Aleixo). Estou muito contente.  Um por todos e todos pela poesia.

domingo, 11 de junho de 2017

Marcos Paulo Alfa




Marcos Paulo Alfa

Qual o limite da identidade?  A identidade pós-pós-moderna – pós-tudo – que nos arranca dos nossos lugares comuns e nos leva para encararmos nossa própria identidade – ou pseudo-identidade – em camadas e todas falsas – diriam alguns... Marcos Paulo Alfa tem a medida exata disto e tira partido deste fato em seu trabalho de graffiti nos muros da cidade bruta, bruta cidade...
As suas criaturas do graffiti podem ser aparentemente “fofas” e “engraçadas”, “pop” e “ideológicas”, “expressivas” e “frágeis”... Porém, em sua maioria, senão na totalidade, permanecem inclassificáveis.  Desde o elefante azul ciclópico de um olho só – ou são dois olhos? – que parece uma figurinha de desenho animado ou de HQ infantil; nada tem de infantil, e altamente gráfico; até o ursinho de pelúcia skatista e grafiteiro com requintes de 3D em luzes e sombras, misturado ao alto tratamento gráfico elétrico.   Passando pelo garoto azul com a TV na cabeça aberta, com o canal que para a sua programação na bandeira do Brasil – gigante eternamente adormecido – e que mais parece um zumbi... com um inconsciente totalmente colonizado e dependente das ondas midiáticas...  E pelo garoto geek azul de olho azul e óculos brancos e forma de gota, reduzido a esse mínimo de forma em gota espermatozóica com expressão deslumbrada e nervosa...  Sua influência nessa arte dos muros são a “galera antiga de Niterói e São Gonçalo”, “todos do graffiti.”
Alfa também é poeta e tem, entre suas leituras favoritas, Castro Alves.  Mas não para aí.  O seu conceito transgressor se estende ao vídeo, tanto como autor e editor quanto no cenário da atuação... A sua inserção artística transpassa o circuito de grafiteiros, artistas plásticos, poetas e atinge os meandros da criação e prática das artes visuais, realizando trabalhos ainda como designer gráfico e ilustrador.
Alfa é uma artista que impressiona pela jovialidade do estilo; desnudando realidades e desarmando olhares, criando suas críticas sociais sem concessões a A, B ou C, indo fundo com o dedo na ferida... Os valores invertidos da pichação não vêm para agradar, mas para incomodar e o graffiti, por sua vez, se apropria desta contradição para transformar o encantamento e a desconstrução em território do que é a arte, para além da “poluição” e “sujeira”, “mensagem cifrada” e “vandalismo”...
Qual será o limite da identidade contemporânea?  Este e outros questionamentos são embates centrais de Marcos em critérios mutantes na política, no social, no econômico, na cultura e no urbano, de um modo geral, sendo subversivo ao extremo... sempre...

Mauricio Duarte



Contatos com o artista:

terça-feira, 6 de junho de 2017

VOZES QUE CALAM . Sementes líricas de Mauricio Duarte



Destaque para o livro VOZES QUE CALAM . Sementes líricas de Mauricio Duarte, de minha autoria, na Revista Divulga Escritor no. 27 . junho / julho de 2017 

https://issuu.com/smc5/docs/27_divulga_escritor_revista_literar/116

RELEVÂNCIA HISTÓRICA DA GESTALTPEDAGOGIA



RELEVÂNCIA HISTÓRICA DA GESTALTPEDAGOGIA 
Estudo qualitativo das influências teóricas da Gestaltpedagogia em aprendizagem no ensino superior brasileiro
Autor: Mauricio Duarte (Divyam Anuragi) e Professora Orientadora Tânia Rocha Nascimento
Formato: docx
Tamanho: 69 KB
Enviado por: Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)
Enviado em: 18/03/2017
Classificação: seguro
Sinopse: O objetivo principal da pesquisa foi estabelecer a relevância histórica da Gestaltpedagogia no ensino/aprendizagem brasileiro no que se refere aos seus aspectos teóricos. Os estudos e as publicações na área da pedagogia a respeito da Gestalt aplicadas à abordagens teóricas conhecidas, utilizadas e/ou registradas em publicações foram analisadas com o intuito de elaborar trabalho bibliográfico, secundário e qualitativo, sendo um primeiro passo da investigação. Aponta-se ainda, as resoluções e os caminhos abertos por essa vertente em educação do ensino superior e em áreas correlatas como artes, cultura, percepção visual e espiritualidade/religião. Também, pretendeu-se relacionar os pontos de contato entre a Gestaltpedagogia e os trabalhos de Carl Rogers em Humanismo e Paulo Freire em Pedagogia do Oprimido. PALAVRAS-CHAVE: 1.Aprendizagem 2.Ensino 3. Freire 4. Gestalt 5. Gestaltpedagogia 6. Rogers

O conceito de Conan, o bárbaro



O conceito de Conan, o bárbaro
O conceito, a essência, o segredo, a tônica ou a mensagem que está por trás das narrativas de Conan, o bárbaro é algo muito peculiar e muito singular desta história. O que quer que queiramos ver, essa sensação nos toca profundamente porque exige muito de nós, sem no entanto, nos tolher em nada. Assume nossa herança biológica, nossos instintos primitivos, nossa força, nossa alma de um modo completo e total. Conan é um bárbaro, mas também é rei. Conan é mais civilizado do que todos os civilizados, mais honrado do que todos os civilizados, mais justo do que todos os civilizados. Ele não precisa da civilização; a civilização é que precisa dele.
 Na sua inteireza como ser humano prova que o indivíduo pode fazer a diferença quando acredita em si mesmo sem usar um falso verniz dito civilizatório, – que de valor real pouco ou nada possue – mas antes, usa dos instintos da sua força e da sua alma do seu próprio interior.

sábado, 3 de junho de 2017

Alegrias e Dores

Alegrias e Dores




Evitar ou fugir das dores e valorizar ou exaltar as alegrias não é ser hedonista; é natural, é humano.  Desde que não exageremos.  Mas não podemos esquecer que, o contrário, valorizar e exaltar as dores e evitar ou fugir das alegrias é fanatismo e/ou masoquismo.  Os dois extremos são negativos...
Mortificar a carne para a beatificação do espirito foi, durante muito tempo, valorizado pela sociedade que não tinha a laicidade como norte do cotidiano.  Desde meados da Idade Média num ápice, nesse sentido, até mais ou menos a Revolução Industrial quando essa valorização decaiu.  Hoje temos o hedonista como exemplo; as sensações de prazer em todos os lugares são os objetivos maiores de grande parte das pessoas.  O pêndulo foi para o outro lado.  Somos permissivos em excesso segundo muitos religiosos e, segundo alguns iluminados somos também “frágeis em demasia” ou até “patifes”, não aguentamos sequer 5 minutos de silêncio para meditação.  Nossa cabeça começa a coçar, estranhamos a posição do lótus – ou qualquer outra posição – nos lembramos de mil e uma coisas e tarefas que temos que realizar, nossa boca fica seca, enfim, tudo corrobora para que não consigamos meditar.  E comemos carne em profusão, fumamos, bebemos e nos enchemos de violência nas telas da TV e da internet.  Ou ainda, cuidamos de nossos corpos como se fossemos apenas isto, corpos, exaltando formas esculturais em horas de musculação ou práticas excessivas de exercícios que não nos deixam tempo para a oração ou para a meditação.
No entanto, não tem que ser assim...  O correto equilíbrio do cotidiano entre permitir-se e regrar-se é um alvo tão distante quanto próximo, dependendo apenas da nossa concepção de vida. Se tivermos um conceito fora da elevação de mente, fora da consciência de alma, certamente iremos cair em uma dessas armadilhas mais facilmente do que quem possui afinidade com estados elevados e com estados de consciência. Por isto, é uma virtude saber o tempo certo para cada atividade, desde a descontração em frente à TV até o recolhimento para reflexão ou meditação.
Alegrias e dores são ambas necessárias.  Se estiver sofrendo é o que precisa.  Se estiver alegre é o que precisa.  Cada momento precisa de nós em determinado clima, em determinado sentimento, em determinada ação.  Aceitar isto é saber que a existência nos dá tudo o que precisamos a cada momento, nem um instante a mais e nem um instante a menos.
Que saibamos estar em sintonia com essa habilidade dos sábios: reconhecer o momento e aceitá-lo como parte da infinita orquestração cósmica do divino.  Aproveitemos o momento e tiremos dele algo que possa ser positivo para a nossa vida, seja esse momento o que for.  Paz e luz.

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)


Leia mais: http://www.divulgaescritor.com/products/alegrias-e-dores-por-mauricio-duarte/

quarta-feira, 24 de maio de 2017

segunda-feira, 22 de maio de 2017

domingo, 21 de maio de 2017

Civilizado ou bárbaro?



Civilizado ou bárbaro?

Que civilização ou
civilidade dos muitos
eruditos e dos scholars,
poderia saber o cerne
do ser humano, o real cerne
da humanidade? Não,
não sabe, não soube, nunca
saberá... Só o bárbaro
pode ter a exata, sim,
consciência do que é um ser tal
como o humano, liberto,
prisioneiro, ao mesmo tempo,
de sua própria grã-criação...

O bárbaro pode ter
esta sapiência com uma
verdadeira percepção,
clareza e largueza vital,
tendo essa espontaneidade
e essa naturalidade
de quem não precisa de
pruridos ou rapapés
dessa civilização
falsa, muito falsa, sem
a menor das conexões
com o espírito das nossas
raízes como seres plenos...


Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

segunda-feira, 15 de maio de 2017

POETISA VENCEDORA DO MÉRITO COM LOUVOR MARIA JOSÉ DA CONCEIÇÃO

POETISA VENCEDORA DO MÉRITO COM LOUVOR MARIA JOSÉ DA CONCEIÇÃO

Poeta vencedora do mérito com louvor Maria José Conceição com o poema Saudoso Espelho .

parabéns a poetisa Maria José da Conceição vencedora do mérito com louvor! 
Vamos participar no evento dessa semana poetas e poetisas!!!



Bom dia parabéns a poetisa Maria José da Conceição vencedora do mérito com louvor! 
Vamos participar no evento dessa semana poetas e poetisas!!!

Saudoso Espelhoo


Saudade, onde estás que não te vejo!
No sótão envelhecido
No primeiro pavimento
Um espelho bem vivido
Forrado com madeira da cidade
Que guarnecia aquela habitação
Fora guardado com sentimento
E esquecido pelo tempo.
Estava todo quebrado
Mas ficou a armação
Ornamentada de flores
Lamentando a saudade ausente
Dos tempos idos
Pois um temporal inconveniente
Num momento de feitiço
Deixou alguém despedaçado
Com o coração encharcado
Do orvalho da manhã.
Daí o silêncio se fez presente
Porque a noite é um templo sagrado
Onde se revela segredos
Antes nunca desvendados
Os quais explodem na escuridão
Dos sentidos pensamentos.


Agradecemos a todos os poetas que participaram publicando e interagindo comentando e curtindo os poemas de outros poetas.


Fizemos a seleção considerando o poema e a interação dentro grupo conforme o regulamento e um juri de seis poetas votaram sem saber o nome do autor

Queremos agradecer também em especial aos que poetas que além terem poemas lindos que foram para ser apreciados pelos jurados mais se destacaram por grande interação

Luduvice José 
Roberto mello
Paulo Major 
Chico Mulungu 
Elair cabral
Nina Godoi

Agradecimento especial aos jurados.

Lua Nova Nanda, Mau Mauricio Swami Divyam Anuragi Duarte Barbosa Soares Kainha Brito Joabe Tavares e Antonio J Santos

Participem do Evento dessa semana já estamos selecionando os poemas com interação de acordo com o regulamento.

EVENTO

ATENÇÃO!!!

Evento semanal...
A partir do dia: 01/05/17 
Haverá menção honrosa (louvor) para o melhor poema postado do grupo: 'intenção e gestos' Grupo da: AVL 'ACADEMIA VIRTUAL DE LETRAS' 
Poemas e poetas serão analisados durante a semana
e receberá menção honrosa (louvor), o poema classificado pela mesa julgadora.

Regulamentos: de participação, para menção honrosa...
Ganhará menção honrosa o poeta que estiver
interagindo com os quesitos do grupo:
Intenção e Gestos
1º Toda responsabilidades sobre o poema
postado, é do poeta que representa o poema.
2º O poema terá que ser do próprio poeta,
com nome do poema acima da obra e nome
do autor no rodapé da obra
3º Postar no máximo, três poemas diário.
4º Para cada poema postado o poeta terá que:
curtir e comentar no mínimo três poemas 
dos de mais poetas.

O evento ocorrerá de domingo a sábado
e o poema contemplado será apresentado
nas, segundas feiras.

Projeto Antonio Montes


Poemas selecionados por Antonio Montes Edi Almeida e Miriam Brilhó.

Eu, Mauricio Duarte, participei como jurado.

sábado, 13 de maio de 2017

Teologia alemã



Teologia alemã
                           
Esse pio e místico livro, cujo autor é desconhecido, pertence ao tempo de Tauler, e foi provavelmente escrito por alguns dos místicos da sua irmandade.  Ele começa com uma antológica aplicação das palavras de São Paulo: “Quando aquele que é perfeito vier, então as coisas que estiverem a parte deverão ser deixadas de lado.”  O Perfeito é esse ser “que compreendeu e incluiu todas as coisas em si mesmo e na sua própria substância e sem o qual e acima do qual não há substância verdadeira e, no qual todas as coisas têm suas substâncias, porque ele é a substância de todas as coisas, e em si mesmo, imutável e inamovível, muda e move todas as coisas.”  As coisas que estão a parte são explicadas como sendo aquelas coisas que devem apreendidas, conhecidas e expressadas; mas o Perfeito é aquele que não pode ser apreendido, conhecido e expressado por qualquer que seja a criatura.  Por esta razão o Perfeito é inominável.  Nenhuma criatura como criatura pode nomeá-lo ou conceitua-lo.  Antes do Perfeito poder ser conhecido na criatura, todas as qualidades da criatura como o Eu e o Self devem se perder e serem deixadas de lado.  Deus, ou o eternamente bom, é o que verdadeiramente existe.  O mal não tem existência real, porque o que ele faz não existe realmente.  Qualquer coisa existe na medida em que é boa.  O autor do “Teologia alemã”, não hesita em estender esse princípio até as suas últimas consequências, até mesmo dizendo que o demônio é bom, até onde ele seja um ser.
Submissão à bondade eterna é descrita como a alma da liberdade.  Ele não é o livre que busca uma recompensa pelo seu bom comportamento ou é aquele que faz o que é certo coagido pelo medo da punição do inferno.  Ele sozinho é o livre que ama a bondade por sua própria conta e faz o que é certo porque fazendo o bem está em beatitude.  “O que é o paraíso?” o autor pergunta e responde, “todas as coisas que são, por tudo, são boas e agradáveis, e além de tudo, podem ser chamadas de paraíso.  Também foi dito que o paraíso é uma parte fora do Céu.  Até mesmo foi dito que este mundo nosso fosse verdadeiramente uma parte externa do eterno, ou da eternidade e especialmente o que quer que for tempo e coisas temporais ou criaturas manifestadas ou reminiscentes em nós de Deus ou eternidade, tais criaturas são um guia e um caminho para Deus e a eternidade.  Desse modo, o mundo é uma parte fora da eternidade; e além disto, pode muito bem ser chamado de paraíso, porque é nessa verdade; e nesse paraíso que todas as coisas são salvas em plenitude da lei numa árvore e num fruto, embora – nada em contrário a Deus mas, da sua própria vontade e poder; que irão, por outro lado, serem como a vontade eterna gostaria que fossem.
Esse livro era um dos favoritos dos reformadores.  Lutero editou e recomendou às pessoas.  Spener disse: “que foram as Sagradas Escrituras, a “Teologia alemã” e os sermões de Tauler que fizeram de Lutero o que ele foi.” É por causa do título do livro que os místicos alemães foram chamados de “teólogos alemães”.  Antecipando a reprovação deles, identificando a si mesmo com Eckart e Tauler, Lutero dissera: “Nós devemos ser chamados teólogos alemães”, e ele pergunta, “bem, deixe-nos sermos os teólogos alemães.”
De todos os místicos alemães, Dr. Ullmann considera Eckart sozinho, decididamente, um panteísta.  Ele classifica todos os outros como teístas, exceto o autor da “Teologia alemã”.  Deste livro, ele diz que “contem os elementos do panteísmo, não ainda um panteísmo de especulação, mas como o mais profundo e o mais puro em piedade.”  Ele dificilmente traçou, como muitos antes dele, as linhas desta distinção.  Esse livro que embora tenha vindo antes da Reforma, teve grande influência entre os católicos da Alemanha e desde aquele tempo é colocado no index de catalogação dos livros perdidos; mas entre os luteranos ainda tem grande aceitação.


Livre tradução do livro Pantheism and Christianity de John Hunt . 1884 . Capítulo X . Místicos .  Teologia alemã.

Contexto



Academia Virtual de Letras
Patrono: Paulo Coelho
Acadêmico: Mauricio Duarte
Cadeira: 18

Contexto

Colhi a fruta do desespero
e sorvi seu néctar amargo,
que pareceu doce naquele
tempo porque era do contexto...

Dormi o sono do esquecimento
e sonhei o sonho desses livres
que nunca foram; se contentam
com o futuro por não terem
presente nenhum, nada resta...

Esperei a chegada da vida
e não vi quando o tempo passou
e a vida se esvaiu nos meus
dedos como areia da praia num
instante deste sol, céu e mar...

Desci aos porões das catacumbas
dos presos políticos e
muitos outros, muitos, deveras,
que quase me fizeram crer
na injustiça como verdade...

Colhi a fruta do desespero
e sorvi seu néctar amargo,
que pareceu doce naquele
tempo porque era do contexto...

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)



Minha mãe

Minha mãe


Minha mãe é uma mãe de corpo e alma... Quando eu era criança e eu colecionava os gibis e as revistas de histórias em quadrinhos, ela comprava sempre e me dava dinheiro para comprar. Os super-heróis povoavam a minha imaginação e ela dizia: “Vai comer revista.” Eu cresci e passei a desenhar e escrever, desse modo, a profecia dela meio que se cumpriu, de um jeito ou de outro, eu “como revista”.
Minha mãe tem um coração de enormidade profundeza... E não divide com todos essa sabedoria; só para os familiares, meu pai, minha irmã e eu. Dona Josenilda Veloso Santos Duarte é uma pessoa a quem eu muito reservo meu afeto, carinho, respeito e consideração. Ela sempre me apoiou e sempre me apoia em todos os momentos, fáceis ou difíceis, alegres ou tristes, amenos ou pesados.
Farmacêutica, exerceu a profissão heroicamente; minha super-heroína... Esteve comigo e minha irmã aconselhando sobre tudo, mesmo quando não queríamos seus conselhos; indicando o melhor, mesmo quando não queríamos suas indicações.
À você minha mãe, um Feliz Dia das Mães.

Um beijo do seu filho,
Mauricio Antonio Veloso Duarte



A face feminina de Deus



Academia Virtual de Letras
Patrono: Paulo Coelho
Acadêmico: Mauricio Duarte
Cadeira: 18

Homenagem ao Dia das Mães

A face feminina de Deus

As mães nossas de todo dia
são maravilhas criadas por
Deus para que nós lembrássemos
que o Criador nos ama com um
amor, sim, incomensurável
e que na figura de Maria,
a Mãe de todas as Mães, é
a compaixão do Pai Celeste
que vem plena em Nossa Senhora...

Minha mãe, sua docilidade
me traz a certeza de que
há um mundo fora desse da
violência, da guerra, da fome,
da destruição, do desamparo.
Minha mãe me diz que teremos,
algum dia, a justiça na Terra,
quando reconhecermos a
face feminina de Deus...


Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

sábado, 6 de maio de 2017

Rosario Vidal Ferreño na Coluna Visuális do Portal Sinestesia

Rosario Vidal Ferreño


Visite o Portal Sinestesia!
Em Visualis, eu, o colunista Mauricio Duarte, apresento Rosario Vidal, designer de moda como formação e profissão, que incorpora o universo da estética corporal, do fashion e do styling no seu trabalho artístico.
Leia mais!




Rosario Vidal Ferreño

                  Sensibilidade em camadas de artesania poética...  O estilo amplamente usado a serviço do gráfico-pictórico que transpassa em muito a representação... e chega na re(a)presentação do real de modo único, especial...
           Rosario Vidal Ferreño trabalha com fluidez e naturalidade; com suavidade e liberdade...  Sendo designer de moda como formação e profissão, a artista incorpora o universo da estética corporal, do fashion e do styling no seu trabalho artístico.  A persistência do tema dos retratos gráficos de moças de frente e de perfil nos mostra e nos demonstra sua combatividade no terreno incógnito da beleza e no terreno árido do sensível...  A beleza e o sensível são da ordem do efêmero e, ao mesmo tempo, da ordem do que permanece, senão na realidade, ao menos na memória da retina, cristalizada no momento...  A potência do momento é o que Rosario busca e, nessa busca, vale fechar os olhos para ver melhor.  Como, aliás, na sua marca registrada, sua identidade visual: o olho de mulher fechado, que revela por não ver o que há, mas o que está por trás, o que se esconde, o que potencializa o oculto...  Como num movimento interior que nunca cessa.
            O traço das suas peças remetem a Egon Schiele, as cores a Matisse e o tratamento geral da composição, talvez, a Miró.  Mas sua arte é singular, no sentido do sentimento do que se mostra e do que se esconde, num movimento de repercussão amplamente dinâmico do olho que transmite suas impressões da vida interior da mulher.  Sua arte está na mola propulsora do cotidiano feminino.
          A artista valoriza a natureza como aspecto primordial e entende a arte como coisa de nós, seres humanos, do que temos de melhor como seres humanos.  Daí as flores, paisagens e pássaros...  Natural da Galícia, Espanha, Rosi Vidal trabalha com a emoção como matéria-prima. A emoção da arte que se desdobra como vida, como estética, como força e vitalidade naturais.  Transformação do natural que revela o que se esconde... Pura exaltação do olhar...
                  

Contatos com a artista:
E-mail: rosivife@gmx.es